Chalota

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Pequenas, de forma oval, mas com um sabor mais delicado. As chalotas são muito usadas em França e no Médio Oriente e conquistam cada vez mais fãs no nosso país.

Não se deixe enganar pela pequena dimensão destas cebolinhas. Os homens não se medem aos palmos e as cebolas também não. As chalotas, ou échalotes são repletas de sabor e aroma, sendo deliciosas servidas sozinhas ou como acompanhamento de diversos pratos, e também utilizadas para temperar assados, grelhados e saladas. No fundo, têm as mesmas aplicações do que a cebola, porém com um sabor mais suave e menos “picante”. A chalota é uma planta originária da Ásia Central. O seu nome deriva de “Ascalão” ou “Ascalona”, uma cidade do Distrito Sul de Israel, situada a norte da Faixa de Gaza, de onde foi trazida para França há muitos séculos, por altura das Cruzadas cristãs. Por isso mesmo, o seu uso na culinária francesa está muito disseminado, sendo com frequência designadas por “cebolinhas francesas”. São também comuns na cozinha iraniana e de todo o Sudeste Asiático, em países como a Tailândia, Indonésia, Malásia, Brunei, Singapura e Índia.

Existem dois tipos de chalota: a cinzenta, a mais comum, da espécie allium oschaninii, e uma de cor rosada, também conhecida por chalota de Jersey, da espécie allium ascalonicum.

Para descascar mais facilmente as chalotas e desfrutar do seu sabor refinado, coloque-as numa tigela, cubra-as com água a ferver, deixando-as depois arrefecer completamente antes de as descascar. Poderá, então, partir à aventura e descobrir o que as “cebolinhas francesas” podem fazer pelos seus cozinhados.

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